Rússia lança grande ataque combinado com mísseis e drones contra Odesa; 24 ficam feridos, incluindo duas crianças
Na noite e na manhã de 13 de setembro de 2026, forças russas realizaram um grande ataque combinado com mísseis e drones contra Odesa e a região de Odesa, danificando prédios residenciais, casas particulares, armazéns, garagens, duas instituições de ensino, um centro de serviço automotivo e um sanatório infantil, além de provocar incêndio no Jardim Botânico. O número de feridos subiu progressivamente ao longo do dia até a contagem final da Defesa Civil Estadual (ДСНС) de 24 pessoas, entre as quais duas crianças, com um paciente em estado grave. No mesmo dia foram concluídas as buscas no prédio de 25 andares atingido por um míssil na manhã de 12 de setembro, no qual duas pessoas morreram.
Pontos principais
- Forças russas realizaram grande ataque combinado de mísseis e drones contra Odesa e a região de Odesa na noite e manhã de 13 de setembro
- Entre os danos: prédios residenciais, casas particulares, armazéns, garagens, carros, duas instituições de ensino, centro de serviço automotivo e sanatório infantil; incêndio no Jardim Botânico
- A Defesa Civil Estadual (ДСНС) registrou 24 feridos, incluindo duas crianças (menino nascido em 2010 e menina nascida em 2017); um paciente em estado grave
- Mais de 120 socorristas trabalharam no rescaldo
- No mesmo dia, foram concluídas as buscas no prédio de 25 andares atingido por míssil em 12 de setembro: duas mortes confirmadas, 26 feridos (incluindo bebê de 5 meses) e 7 pessoas resgatadas, entre elas duas crianças
- No ataque mais amplo à Ucrânia na noite de 12–13 de setembro, foram registrados 453 drones Shahed e mísseis de cruzeiro 'Banderole'; 409 foram interceptados
Por que importa
O ataque foi o segundo impacto direto em um prédio residencial em Odesa em 24 horas. No prédio de 25 andares atingido em 12 de setembro, o fogo atingiu apartamentos do 21º ao 23º andar e os corpos de duas vítimas foram recuperados apenas em 13 de setembro, com as operações de busca e resgate concluídas nesse dia. O ataque danificou uma ampla gama de alvos civis em vários distritos de Odesa — blocos residenciais, escolas, um sanatório infantil, o Jardim Botânico — e a contagem de vítimas subiu ao longo do dia conforme as autoridades atualizaram os números, refletindo a escala e a continuidade dos ataques. O apartamento da tenista ucraniana Dayana Yastremska foi destruído por um míssil de cruzeiro Kalibr no ataque de 12 de setembro, chamando atenção para o impacto sobre civis. No ataque mais amplo à Ucrânia naquela noite, foram registrados 453 drones do tipo Shahed e mísseis de cruzeiro 'Banderole', dos quais 409 teriam sido interceptados.
O que aconteceu
Na noite e na manhã de 13 de setembro, forças russas realizaram um grande ataque combinado de mísseis e drones contra Odesa e a região de Odesa. Explosões foram ouvidas em Odesa por volta da meia-noite, depois que a Força Aérea havia relatado movimento de munições de patrulha do tipo 'Banderole' em direção à cidade. O chefe da Administração Militar Regional de Odesa, Oleh Kiper, descreveu o ataque como contínuo e massivo, relatando incêndio no território do Jardim Botânico e danos a armazéns e a um sanatório infantil. O chefe da Administração Militar da Cidade de Odesa, Serhiy Lysak, informou inicialmente 5 feridos, depois 9 pessoas que procuraram assistência médica, em seguida 20 feridos (incluindo duas crianças) e, segundo a Defesa Civil Estadual (ДСНС), 22 feridos (com um paciente em estado grave), chegando a 24 feridos no balanço final, incluindo duas crianças — um menino nascido em 2010 e uma menina nascida em 2017. Entre os danos em Odesa estão prédios residenciais, casas particulares, armazéns, garagens, veículos, duas instituições de ensino e um centro de serviço automotivo. Mais de 120 socorristas foram mobilizados. No mesmo dia, foram concluídas as buscas no prédio residencial de 25 andares atingido por um míssil por volta das 5h30 de 12 de setembro, onde apartamentos do 21º ao 23º andar pegaram fogo: duas pessoas morreram, 26 ficaram feridas (incluindo um bebê de 5 meses) e sete foram resgatadas, entre elas duas crianças. Também na noite de 12 de setembro, um drone russo atingiu uma agência dos Correios da Ucrânia (Nova Poshta) na região de Odesa, ferindo dois civis. À noite, por volta das 22h, uma explosão foi ouvida em Mykolaiv, deixando partes da cidade sem eletricidade, segundo o chefe em exercício da Administração Militar Regional de Mykolaiv, Heorhii Reshetilov. No ataque mais amplo à Ucrânia na noite de 12–13 de setembro, foram registrados 453 drones Shahed e mísseis de cruzeiro 'Banderole', dos quais 409 foram interceptados.
O que dizem as fontes ucranianas
Todas as fontes são ucranianas — veículos de imprensa e agências do país — então as observações de enquadramento refletem diferenças internas, não um confronto entre perspectiva ucraniana e internacional. As fontes ukrainianas destacam o caráter contínuo e em grande escala dos ataques, usando expressões como 'безперервна масована атака' ('ataque massivo contínuo') e enquadrando os eventos como 'terror' deliberado contra civis. A cobertura centra-se nos danos ao setor residencial, na presença de crianças entre os feridos (um bebê de 5 meses em 12 de setembro, um menino nascido em 2010 e uma menina nascida em 2017 em 13 de setembro) e nas consequências humanitárias. As atualizações de baixas das autoridades (Serhiy Lysak, Oleh Kiper, Defesa Civil Estadual) são citadas diretamente em vários artigos, mostrando como os números oficiais evoluíram ao longo do dia. A destruição do apartamento da tenista Dayana Yastremska ganha destaque em matérias de cunho humano, com seu apelo à WTA para olhar as imagens do que restou. Relatos em primeira pessoa de moradores — buracos no telhado, fumaça, apartamentos destruídos — são usados para personalizar o estrago. A cobertura inclui contexto nacional mais amplo: ataques noturnos por toda a Ucrânia com 453 drones Shahed e mísseis 'Banderole' (409 interceptados) e ataques paralelos à região de Kiev, Konotop, Ivano-Frankivsk, Stryi, Ternopil e Mykolaiv.
Onde as versões divergem
Houve divergências na contagem de feridos do ataque de 13 de setembro em Odesa: o chefe da Administração Militar Regional, Oleh Kiper, inicialmente não relatou vítimas; o chefe da Administração Militar da Cidade, Serhiy Lysak, informou depois 5 feridos, em seguida 9 que procuraram assistência médica, depois 20 (incluindo duas crianças), depois 22 (incluindo duas crianças, uma em estado grave), e a Defesa Civil Estadual (ДСНС) fechou em 24 feridos, também incluindo duas crianças. Para o ataque de 12 de setembro ao prédio de 25 andares em Odesa, a maioria das fontes aponta 26 feridos (incluindo um bebê de 5 meses), enquanto balanços posteriores da Defesa Civil Estadual registram 25 feridos (incluindo uma criança). Separadamente, alguns relatos atribuem 35 feridos ao ataque massivo com mísseis e drones à região de Odesa em 12 de setembro, distinguindo-o dos números relativos especificamente ao prédio de 25 andares na cidade.
Contexto
O ataque de míssil na manhã de 12 de setembro ao prédio de 25 andares em Odesa feriu pelo menos 25–26 pessoas, incluindo um bebê de 5 meses; socorristas salvaram sete pessoas, entre elas duas crianças. Na mesma noite de 12 de setembro, um drone russo atingiu uma agência dos Correios da Ucrânia (Nova Poshta) na região de Odesa, ferindo dois civis. Por volta das 22h de 12 de setembro, uma explosão foi ouvida em Mykolaiv e partes da cidade ficaram sem luz, de acordo com o chefe em exercício da Administração Militar Regional de Mykolaiv, Heorhii Reshetilov. Avisos da Força Aérea sobre munições de patrulha 'Banderole' (tipo Shahed) precederam as explosões da meia-noite em Odesa em 13 de setembro. Em um episódio anterior da mesma campanha, um ataque massivo com mísseis e drones à região de Odesa em 12 de setembro foi relatado como tendo ferido 35 pessoas. Segundo a cobertura, forças russas atacam regularmente cidades e alvos civis em todas as regiões da Ucrânia usando drones de ataque, mísseis, bombas aéreas guiadas e sistemas de foguetes de lançamento múltiplo (MLRS); autoridades ukrainianas e organizações internacionais classificam os ataques russos contra infraestrutura civil como crimes de guerra.