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Ucrânia e Rússia trocam 270 prisioneiros; 261 militares e nove civis voltam ao país

Ucrânia e Rússia realizaram uma troca de prisioneiros que devolveu 270乌克兰ianos ao país: 261 militares e nove civis. A maioria estava em cativeiro desde 2022 e muitos defenderam Mariupol; cinco pessoas antes dadas como mortas no ataque de Olenivka também retornaram.

Pontos principais

  • 270 pessoas voltaram à Ucrânia: 261 militares e nove civis
  • A maioria dos liberados estava em cativeiro russo desde 2022
  • Cinco pessoas antes consideradas mortas no ataque de Olenivka foram libertadas
  • Nove dos 261 militares liberados estavam gravemente doentes
  • Entre os liberados estavam oficiais, integrantes da Guarda Nacional e trabalhadores de «Azov»
  • O processo começou em 19 de agosto de 2026, com 103 військовослужбовці libertados
  • Em 24 de agosto de 2026, um estágio especial devolveu 10 militares dados como desaparecidos

Por que importa

A troca devolveu ao país um grande grupo de militares e civis, muitos delesApós anos de cativeiro e com graves проблеми зі здоров’я. O retorno tambémincludesu cinco pessoas antes consideradas mortas após o ataque de Olenivka e pessoas que enfrentaram processos e prisões na Rússia por acusações fabricada. Nove militares libertados estavam gravemente doentes e precisavam de exames, tratamento e reabilitação.

O que aconteceu

Ucrânia e Rússia realizaram em 23 de outubro de 2026 uma troca de prisioneiros que devolveu 270Ukraineians ao país: 261 militares e nove civis. A maioria dos liberados permanecera em cativeiro russo desde 2022, e uma parte significativa participara da defesa de Mariupol. O grupo incluía integrantes da Guarda Nacional, inclusive de «Azov»,,如Guarda Fronteiriça, tropas de defesa territorial e militares da Marinha, das Forças Terrestres, das Forças de Assalto Aéreo e do Serviço Especial de Transporte do Estado.

Também retornaram 38 oficiais, cinco pessoas que estavam desaparecidas e eram consideradas mortas após o ataque de Olenivka, 61 militares da unidade 3057 — entre eles 35 integrantes do destacamento especial «Azov» — e nove militares gravemente doentes. Os liberadosServes em Various fronts e incluíam defensores da usina nuclear de Chernobyl. Após o anúncio da etapa principal, também foi realizado um intercâmbio separado no formato «sete por sete», com sete civis retornando de territórios ocupados e sete indo para a Rússia para reunificação familiar.

O que dizem as fontes ucranianas

A cobertura/CS Ukrainian destaca a escala do retorno, a longa duração do cativeiro, a ligação com Mariupol e o retorno das cinco pessoas antes consideradas mortas em Olenivka. Relatos locals também detalham-defense de军工 returned fromvarious províncias e as histórias de suas famílias. AsDeclarações oficiais consideram o resultado importante e mantêm o foco na busca de pessoas retidas há mais tempo,FERIDAMENTE doente feridas e civis mantidos arbitrariamente.

O que dizem as fontes internacionais

O relato internacional destaca principalmente os fatos confirmados: 270 pessoas retornaram, incluindo 261 militares e nove civis. Também preserva o contexto mais amplo sobre Mariupol, Olenivka, as condenações russas baseadas em acusações fabricadas e as unidades de serviço dos liberados.

Onde as versões divergem

As fontes divergem sobre a data do intercâmbio, com relatos apontando 23 ou 24 de outubro, e sobre sua numeração, que é identificada como o 77º ou o 78º estágio desde a invasão em grande escala. Há também divergências nos anos atribuídos aos estágios anteriores de 19 de agosto e 24 de agosto.

Contexto

O intercâmbio de 23 de outubro foi descrito como o terceiro estágio de um processo combinado iniciado em 19 de agosto. O primeiro estágio devolveu 103 militares, enquanto um estágio especial em 24 de agosto libertou 10 pessoas antes consideradas desaparecidas. Separadamente, sete civis voltaram de territórios ocupados e sete seguindo para a Rússia para reunificação familiar com apoio do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. O ataque ao barraco em Olenivka em julho de 2022 matou cerca de 50 prisioneiros e feriu mais de 130.