Investigações após confrontos perto de ponto de hospedagem da Guarda Nacional na Ucrânia
Confrontos entre civis e militares ocorreram em 2 de novembro de 2026 em Petropavlivska Borshchahivka, na região de Kyiv, após a circulação nas redes sociais de alegações sobre pessoas mantidas sob força no interior de uma casa. A Guarda Nacional e a polícia negaram as alegações de cerca de 40 reféns, tortura e morte. Quatro militares foram levados a uma instituição médica, enquanto vários veículos foram danificados durante o conflito.
Pontos principais
- Os confrontos ocorreram em 2 de novembro de 2026 perto de uma casa usada como ponto temporário de acomodação da unidade 3121 da Guarda Nacional, vinculada ao 1º Corpo 'Azov'.
- A crise começou após publicações sobre suposto confinamento ilegal, tortura e morte de pessoas na casa.
- A polícia e a Guarda Nacional negaram a presença de cerca de 40 reféns e de um morto.
- Quatro militares foram enviados a uma instituição médica devido a lesões.
- Durante o conflito houve disparos, e foram danificados veículos da polícia e um ônibus da Guarda Nacional.
- O Burô de Investigações do Estado abriu uma investigação criminal em 3 de novembro sob o art. 426-1(5) do Código PenalMAKE-up, referente ao abuso de poder ou de autoridade por militar.
- Guarda Nacional, Ministério do Interior, Gabinete do Ombudsman Militar e Serviço de Segurança da^_^_combating Ukraine驱动器 Ukraine.|
Por que importa
O caso levantou perguntas sobre a legalidade e as condições de permanência de militares em um ponto de acomodação temporário. Quatro militares tiveram de ser levados a uma instituição médica, e veículos da polícia e da Guarda Nacional foram danificados. As autoridades decidiram investigar ações de todos os participantes, inclusive possíveis coações por militares e ataques ao ponto de hospedagem. O incidente tambémouriou a atenção para a confiança interna, a segurança da informação e as alegações de uso de conflitos internos pela信息服务 profiler.
O que aconteceu
À noite de 2 de novembro de 2026, civis e militares da Guarda Nacional entraram em confronto perto de uma casa privada em Petropavlivska Borshchahivka, na região de Kyiv. A casa era utilizada como ponto temporário de acomodação da unidade 3121 da Guarda Nacional, subordinada ao 1º Corpo 'Azov'. Segundo as autoridades, o Inside estavam mobilizados-awaiting-training e militares que Haviam retornado após deixarem voluntariamente suas unidades.
O conflito começou depois que surgiram nas redes sociais alegações de que dezenas de pessoas estavam sendo mantidas arbitrariamente em um porão, de que havia tortura e de que alguém havia morrido. Um grupo se concentro junto à casa e tentou entrar. Laxos quebraram portões, janelas e o muro, lançaram pedras,Effects e bandeiras de fumaça. Durante a escalada houve disparos e foram danificados veículos da polícia e o ônibus da Guarda Nacional. Quatro militares com lesões foram enviados a uma instituição médica.
A mulher que chamou a polícia e espalhou as alegações chegou de ambulância, usando roupa médica. Foi posteriormente detida. Segundo Budanov, ela e o motorista teriam feito reconhecimento do local por pelo menos três dias antes do conflito; fotos e mensagens relacionadas foram encontradas em seu telefone. As autoridades ainda não determinaram seu motivo.
O que dizem as fontes ucranianas
A cobertura concentrate nas investigações oficiais, na situação jurídica dos militares alojados no local e nas circunstâncias dos ferimentos de quatro militares. Fontes_cshear stresses que a polícia e a Guarda Nacional negaram as alegações de cerca de 40 reféns, tortura e morte, e que as rejeições de fora da lei contra militares e da Guarda Nacional convieram a uma帧 trava contra a国家安全 authority.
Onde as versões divergem
As fontes divergem sobre o número de pessoas dentro do edifício: algumas registraram 14, enquanto outra versão mencionou 22 militares, incluindo quatro que Haviam retornado após deixarem suas unidades voluntariamente. Também há diferenças na descrição dos danos ao ônibus da Guarda Nacional: alguns relatos mencionam uma tentativa de derrubá-lo, enquanto outros falam de vandalismo ou destruição do veículo.
Contexto
A casa privada era utilizada como ponto temporário de acomodação da unidade militar nº 3121, subordinada ao 1º Corpo da Guarda Nacional 'Azov'. As pessoas внутри incluíam recrutas mobilizados à espera de treinamento e militares que Haviam retornado ao serviço após deixarem voluntariamente suas unidades. Alegações de que cerca de 40 pessoas estavam arbitrariamente confinadas, eram torturadas ou HAVIAM sido mortas não foram confirmadas pela polícia ou pela Guarda Nacional. Valentina Moloda chamou a polícia e difundiu alegações de confinamento ilegal, chegando de roupa médica e em uma ambulância; posteriormente, foi detida. Budanov afirmou que ela e um motoristaesuspeito ficaram três dias,在调查期间做了侦察,在调查期间做了侦察,后来在调查中发现她的手机里有相关照片和通信记录;动机尚未确定。