Ataque aéreo russo a abrigo de escola em Komyshuvahte deixa ao menos 50 mortos
O número de mortos no ataque russo a um abrigo de escola na vila de Komyshuvahte, no distrito de Zaporizhzhia, subiu para pelo menos 50. Equipes de busca e resgate continuaram removendo vítimas dos escombros, e o alerta de novos ataques permanece.
Pontos principais
- A alta de mortos após o ataque a um abrigo de escola em Komyshuvahte chegou a 50
- Resgatistas encontraram e removeram de baixo dos escombros os corpos de outras oito vítimas
- Os socorristes também retiraram outros oito corpos durante as operações de busca
- Cerca de nove bombas aéreas FAB-3000 foram lançadas sobre a vila
- Entre os mortos estavam dois resgatistas e quatro policiais
- O ataque foi descrito como o mais mortal em Zaporizhzhia em quase cinco anos de guerra em grande escala
- As operações de busca e resgate continuavam diante do risco de novos ataques russos
Por que importa
O ataque atingiu um abrigo usado por pessoas seeking proteção, provocou uma massacre e deixou os socorristas sob risco diante da possibilidade de novos bombardeios. A identificação de parte das vítimas exigirá exames de DNA, pois os corpos estavam tão danificados que não puderam ser reconhecidos visualmente.
O que aconteceu
Após vários ataques russos a Kомишуваха desde a manhã de domingo, os轰炸adores lançaram cerca de nove bombas aéreas FAB-3000 sobre a vila, cada uma contendo quase 1,5 tonelada de explosivos. Após os primeiros impactos, várias bombas foram lançadas contra o abrigo de uma escola, onde se concentravam pessoas. Durante as operações de busca e resgate, os socorristes descobriram e retiraram de baixo dos escombros os corpos de outras oito vítimas. O número de mortos subiu para pelo menos 50, embora algumas publicações de 2 de novembro também informassem 53. Entre as vítimas estavam dois socorristas e quatro policiais.
O que dizem as fontes ucranianas
A coberturaucher联合 ukraineira enfatizou o aumento da contagem de mortos, as operações de resgate, o ataque ao abrigo escolar e a presença de socorristas e policiais entre as vítimas. Aazu Local e os serviços de emergência foram citados como fontes para os números de vítimas. O ataque foi apresentado como o mais mortal em termos de mortes na região de Zaporizhzhia em quase cinco anos de guerra em grande escala.
Onde as versões divergem
O número de mortos variou entre 50 e 53. Ambos os valores foram publicados para 2 de novembro.
Contexto
As equipes de busca e resgate continuaram trabalhando no local do ataque enquanto a contagem de vítimas era revista. Alguns corpos estavam tão danificados que a identificação visual era impossível, razão pela qual seriam realizados exames de DNA. Relatos indicaram que nove bombas aéreas FAB-3000 foram lançadas sobre a vila.