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Rússia ataca Kyiv com mísseis balísticos e aldeões em 24 de setembro; duas mortes e maternidade atingida

Na noite de 24 de setembro, a Rússia atacou Kyiv com mísseis balísticos e drones, matando duas pessoas e ferindo pelo menos nove. Um garoto nasceu às 2h05 na Maternidade Municipal nº 2 durante o ataque. Uma segunda onda de ataques durante o dia e na manhã seguinte danificou um garage cooperativo no distrito de Obolon e um prédio residencial de 16 andares no distrito de Pechersk, onde um adolescente de 14 anos morreu.

Pontos principais

  • Rússia atacou Kyiv na noite de 24 de setembro com mísseis balísticos e drones.
  • Duas pessoas morreram: uma mulher de 57 anos no distrito de Podilsk e um homem de 65 anos no distrito de Solomiansk.
  • Número de feridos subiu para nove, com mais da metade hospitalizada; dois estavam em estado grave e foram estabilizados.
  • Cerca de 90 objetos foram danificados, incluindo cerca de 50 veículos, além de instalações educacionais e médicas.
  • Maternidade Municipal nº 2 de Kyiv foi atingida, mas pacientes e funcionários estavam em abrigo; um menino nasceu às 2h05 no local.
  • Ataque diurno ao distrito de Obolon destruiu pelo menos 16 boxes de garagem e deixou um ferido.
  • Na manhã de 25 de setembro, um drone atingiu um prédio residencial de 16 andares no distrito de Pechersk, matando um menino de 14 anos.

Por que importa

O ataque ilustra um padrão de ataque multivetorial da Rússia contra a capital ucraniana, combinando mísseis balísticos e drones em uma única noite e continuando com novos ataques durante o dia e na manhã seguinte. Atingiu uma maternidade em pleno funcionamento, uma garagem-cooperativa, armazéns, uma agência da Nova Poshta e prédios residenciais em vários distritos, ampliando o número de vítimas e o impacto sobre a população civil. A morte de um adolescente de 14 anos em um prédio residencial elevou ainda mais o custo humano e gerou repercussão internacional pela cidadania israelense da vítima.

O que aconteceu

Na noite de 24 de setembro de 2026, a Rússia atacou Kyiv com mísseis balísticos e drones. A Administração Militar Municipal de Kyiv (KMVA) informou que duas pessoas morreram: uma mulher de 57 anos no distrito de Podilsk e um homem de 65 anos no distrito de Solomiansk. O número de feridos subiu para nove, com mais da metade hospitalizada; dois ficaram em estado grave, mas foram estabilizados. Cerca de 90 objetos foram danificados, incluindo cerca de 50 veículos, entre eles instalações educacionais e médicas. Não houve registro de danos à infraestrutura crítica. A Maternidade Municipal nº 2 de Kyiv, na rua Mostytska, foi atingida, com janelas e portas parcialmente danificadas do 1º ao 5º andar pelo lado do estacionamento, além de janelas na lavanderia e na sala das caldeiras. Pacientes e funcionários estavam no abrigo, e ninguém se feriu no local; um menino nasceu às 2h05 durante o ataque. A maternidade continuou atendendo apesar da destruição. Durante o dia 24, um outro ataque russo danificou um garage cooperativo no distrito de Obolon, destruindo pelo menos 16 boxes de garagem e incendiando veículos; uma pessoa ficou ferida. Na manhã de 25 de setembro, por volta das 8h, um drone russo atingiu um prédio residencial de 16 andares no distrito de Pechersk na altura dos 10º-11º andares, matando um menino de 14 anos e ferindo pelo menos sete moradores. Tetiana Mostepan, diretora do Departamento de Saúde da KMDA, relatou o nascimento do bebê na maternidade; Kateryna Pop, porta-voz da KMVA, atualizou o número de feridos para nove e o total de danos para cerca de 90 objetos; o prefeito Vitali Klitschko também apresentou números de vítimas e prédios atingidos.

O que dizem as fontes ucranianas

As fontes ucranianas enquadram os eventos como um ataque russo deliberado contra Kyiv, identificando consistentemente a Rússia como agressora e atribuindo responsabilidade às forças russas. A cobertura destaca os danos à infraestrutura civil — maternidade, armazéns, agência da Nova Poshta, prédios residenciais, garage cooperativo — e as vítimas civis, com ênfase na resposta de resgate e recuperação dos serviços ucranianos (SES, KMVA, Departamento de Saúde da KCMA, polícia). As reportagens incluem um ângulo humano: o nascimento de um bebê durante o ataque à maternidade e a continuidade operacional do estabelecimento apesar dos danos. A KMVA e o prefeito Klitschko fornecem os números oficiais de vítimas e destruição, apresentados como cifras em evolução (de duas mortes e oito feridos para duas mortes e nove feridos, com oito hospitalizados). Reportagens separadas destacam a condenação do governo de Israel ao ataque que matou o adolescente de 14 anos com cidadania israelense, situando o incidente no contexto diplomático bilateral Ucrânia–Israel.

Onde as versões divergem

As reportagens divergem em número, momento e localização das mortes. Relatos iniciais atribuíam duas mortes à noite de 24 de setembro (mulher de 57 anos em Podilsk e homem de 65 anos em Solomiansk), enquanto reportagens posteriores descrevem um menino de 14 anos morto por um drone que atingiu um prédio residencial de 16 andares no distrito de Pechersk na manhã de 25 de setembro. Os relatórios também divergem no total de feridos: cifras iniciais citavam oito, enquanto atualizações posteriores da KMVA e de Klitschko elevaram o número para nove, com oito hospitalizados.

Contexto

Apesar dos danos parciais a janelas e portas do 1º ao 5º andar e em áreas de serviço como lavanderia e sala das caldeiras, a Maternidade Municipal nº 2 de Kyiv continuou em funcionamento e prestando atendimento médico. Autoridades afirmaram explicitamente que não houve danos à infraestrutura crítica de Kyiv no ataque.