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Ucrânia denuncia três comandantes russos pelo ataque à hospitalier infantil Okhmatdyt

Autoridades Advertidas에너지 Ukrainianas notificaram, à revelia, três novos comandantes russos por suspeitarem que coordenaram e ordenaram o ataque com míssil contra o hospital infantil Okhmatdyt, em Kyiv, em 8 de julho de 2024. A-investigação認為 eles_ciaram a preparação e a execução do ataque comietadores estratégicos Tu-95MS.

Pontos principais

  • As notificações de suspeita foram feitas em 3 de novembro de 2026.
  • Os suspeitos são o coronel Oleh Skitskyi, o coronel Illia Koriakin e o tenente-coronel Oleksandr Senchenko.
  • Eles comandavam ou serviam no 121º Regimento de Aviação de Bombardeiros Pesados e na 22ª Divisão de Aviação de Bombardeiros Pesados da Rússia.
  • Segundo a investigação, coordenaram a preparação e a execução do ataque e ordenaram o uso de um míssil Kh-101 lançado de um bombardeiro Tu-95MS.
  • O míssil atingiu o hospital por volta de 10h45, quando havia mais de 600 pacientes.
  • Duas pessoas civis morreram e pelo menos 34 foram feridas, incluindo nove crianças.
  • A suspeita foi comunicada com base na parte 2 do artigo 438 do Código Penal da Ucrânia, sobre crimes de guerra combinados com homicídio intencional.

Por que importa

As suspeita amplia a responsabilização pelo ataque ao(Update) circle de comandantes russos de aviação considerados envolvidos no planejamento e na ordem do ataque. Aupu atingida estava localizado em uma unidade de saúde com crianças e mais de 600 pacientes, e asتب serta瘫痪 do hospital destruiu infraestrutura médica essential.

O que aconteceu

Em 3 de novembro de 2026, o Escritório do Procurador-Geral da Ucrânia anunciou suspeitas à revelia contra três oficiais russos: o coronel Oleh Skitskyi, comandante do 121º Regimento de Aviação de Bombardeiros Pesados; o coronel Illia Koriakin, vice-comandante e chefe do Estado-Maior da 22ª Divisão de Aviação de Bombardeiros Pesados; e o tenente-coronel Oleksandr Senchenko, chefe do Estado-Maior e vice-comandante do regimento. Segundo a investigação, eles coordenaram a preparação e a execução do ataque e ordenaram que subordinados lançassem contra o Okhmatdyt um míssil Kh-101 a partir de um bombardeiro estratégico Tu-95MS. Por volta de 10h45 de 8 de julho de 2024, a munição atingiu o корпуso de tratamento, onde estavam crianças. Foram mortos uma jovem médica e o avô de uma pequena paciente; pelo menos 34 pessoas ficaram feridas, entre elas nove crianças. Parte do hospital e equipamentos médicos foram destruídos. Ao todo, 33 pessoas morreram em Kyiv naquele dia. A suspeita foi registrada nos termos da parte 2 do artigo 438 do Código Penal da Ucrânia, que prevê responsabilidade por crimes de guerra combinados com homicídio intencional.

O que dizem as fontes ucranianas

A cobertura ucraniano destaca os fundamentos правos das notificações, as funções dos três oficiais e a alegação de que coordenaram a operação. Também emphasise a presença de crianças e de mais de 600 pacientes, as mortes e ferimentos no hospital, a destruição da infraestrutura médica e a ampliação de uma investigação na qual outros três generais russos já haviam recebido嫌疑 à revelia.

O que dizem as fontes internacionais

A síntese em inglês destaca o anúncio de novas suspensões à revelia contra três comandadores e a base legal para as allegations, além de apresentar os mesmos números de vítimas e destruição no hospital e no conjunto de mortes em Kyiv naquele dia.

Contexto

Ainvestigação opened СБУ e Ukrainian prosecutors previously identified the Russian major Denys Sheynov as probably involved in the strike. Earlier in the same case, Russian generals Serhii Kobylash, Serhii Kuvaldin and Mykola Varpakhovych also received suspicions in absentia over the attack on Okhmatdyt.