Tema: Sanções
-
Rubio diz que fim diplomático da guerra é "inalcançável" e Zelenskyy anuncia ida de delegação aos EUA
Em 8 de outubro, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou em entrevista ao jornal grego Kathimerini que a guerra entre Rússia e Ucrânia está em um "beco sem saída estratégico" e que um desfecho diplomático é atualmente inalcançável. No mesmo dia, durante visita a Pryluky, ao lado do chanceler britânico Ed Miliband, o presidente Volodymyr Zelenskyy anunciou que uma delegação ucraniana viajará aos Estados Unidos em 9 e 10 de outubro para reuniões com os enviados especiais americanos Jared Kushner e Steve Witkoff. Zelenskyy rejeitou a avaliação de Rubio e pediu a Washington mais sanções, fim da cooperação econômica com Moscou e acesso ao Starlink sobre território russo.
-
Ataque russo a ônibus de passageiros em Kramatorsk mata ao menos 33, dizem autoridades
Em 8 de outubro, forças russas atingiram duas marshrutkas (ônibus de rota) que transportavam passageiros em Kramatorsk, no Oblast de Donetsk. O balanço inicial indicava 12 mortos e 13 ou 14 feridos; Filashkin elevou a estimativa para 30 mortos e 18 feridos por volta das 12h15, e relatórios subsequentes citaram 33 mortos e 18 feridos. Filashkin ordenou a suspensão do transporte público em Kramatorsk e Sloviansk a partir de 9 de outubro.
-
Rússia lança grande ataque combinado com mísseis e drones contra a Ucrânia; ao menos 9 mortos
Na noite de 6 para 7 de outubro de 2025, a Rússia realizou um grande ataque aéreo combinado contra a Ucrânia, utilizando mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones de ataque. A ofensiva atingiu Kiev e várias províncias, com infraestrutura energética entre os alvos. A defesa antiaérea ucraniana afirmou ter derrubado ou suprimido 161 alvos até as 9h00 do dia 7. Autoridades ucranianas e internacionais relataram mortos e dezenas de feridos em cidades como Pryluky, Kremenchuk, Kiev, Dnipro e Oleksandriya. Zelensky enquadrou o ataque como um dos "mais cruéis" e o vinculou ao aniversário de 74 anos de Vladimir Putin.
-
Zelensky e Trump se reúnem na ONU; Ucrânia propõe cessar-fogo energético e produção de mísseis Patriot
Em 22 de setembro, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, encontrou o presidente dos EUA, Donald Trump, à margem da 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A Ucrânia propôs cessar-fogo mútuo na infraestrutura energética e discutiu licenciamento para produção de mísseis Patriot. Zelensky afirmou estar pronto para se encontrar com Putin e disse esperar encerrar a guerra antes do inverno com a ajuda de Trump. Trump declarou que o conflito terminará "mais rápido do que as pessoas imaginam".
-
Trump pressiona Zelenskyy a interromper ataques a refinarias russas, e os dois se reunirão em Nova York
Em uma ligação em 20 de setembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu repetidamente ao presidente Volodymyr Zelenskyy que parasse os ataques ucranianos a refinarias russas, citando os altos preços globais do diesel. Zelenskyy respondeu que a Ucrânia está pronta para uma desescalada se a Rússia interromper os ataques à infraestrutura ucraniana. Os dois líderes concordaram em se encontrar em Nova York em 22 de setembro, às margens da Assembleia Geral da ONU, onde Trump deve pressionar por um cessar-fogo no setor de energia.
-
Drones russos atacam infraestrutura perto da fronteira entre Ucrânia e Polônia; trem diplomático estava na estação
Na noite de 12 para 13 de setembro de 2026, drones russos atingiram a área do ponto de passagem Yahodyn-Dorohusk, na fronteira entre Ucrânia e Polônia, danificando um posto de gasolina, um caminhão e a locomotiva de um trem de passageiros que fazia o trajeto Kiev-Varsóvia. Ninguém ficou ferido no trem porque uma equipe de monitoramento da Ukrzaliznytsia avisou a tripulação com antecedência. Um trem diplomático com ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson, o conselheiro do chanceler alemão Günter Sautter e outros oficiais europeus havia passado pela estação pouco antes. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, convocou uma reunião de emergência e advertiu que a Polônia não pode descartar uma escalada russa em seu território nas próximas semanas.