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Ataque russo com drones em Pavlohrad mata cinco e fere 67, incluindo oito crianças

Em 10 de setembro de 2026, forças russas atingiram a cidade de Pavlohrad, na região de Dnipropetrovsk, com drones de ataque no período da noite. O ataque matou cinco pessoas e feriu 67, incluindo oito crianças. Autoridades locais declararam 11 de setembro dia de luto.

Pontos principais

  • Forças russas atacaram Pavlohrad, na região de Dnipropetrovsk, em 10 de setembro com drones de ataque no período da noite
  • Cinco pessoas morreram e 67 ficaram feridas no ataque
  • Entre os feridos estão oito menores: meninos de 13, 14, 15 e 17 anos, duas meninas de 4 anos e uma criança de 11 anos
  • Dois funcionários da DTEK morreram: o mineiro Vitaliy Guba, 39 anos, e o operador Yevhen Shevchenko, 43 anos; outros quatro funcionários da empresa ficaram feridos
  • Cerca de 90% dos danos atingiram propriedades comerciais — incluindo uma loja, pavilhões comerciais e veículos — e parte de uma rua central foi destruída
  • A médica combatente Olena Ryzh, da 412ª Brigada de Sistemas Não Tripulados 'Nemesis', ficou ferida no bombardeio
  • O chefe da Administração Militar Regional de Dnipropetrovsk, Oleksandr Hanha, declarou 11 de setembro como dia de luto em Pavlohrad

Por que importa

Um ataque com drones a uma área urbana populosa provocou múltiplas vítimas civis e trabalhadores de uma empresa de energia, incluindo crianças, além de danos concentrados em infraestrutura comercial no centro da cidade. A declaração de um dia de luto reflete a dimensão do impacto humano do bombardeio.

O que aconteceu

Em 10 de setembro de 2026, drones de ataque russas atingiram Pavlohrad, na região de Dnipropetrovsk, durante a noite, matando cinco pessoas e ferindo outras 67. Entre os feridos estavam oito crianças — meninos de 13, 14, 15 e 17 anos, duas meninas de 4 anos e uma criança de 11 anos. Dois funcionários da empresa de energia DTEK foram mortos: o mineiro Vitaliy Guba, de 39 anos, e o operador de máquina de mineração Yevhen Shevchenko, de 43 anos; outros quatro funcionários da DTEK ficaram feridos e receberam assistência, sem risco de vida. A médica combatente Olena Ryzh, da 412ª Brigada de Sistemas Não Tripulados 'Nemesis', também ficou ferida, sofrendo queimaduras pelo corpo. Aproximadamente 90% dos danos atingiram propriedades comerciais, incluindo uma loja, pavilhões comerciais e veículos; parte de uma rua central foi efetivamente destruída. O chefe da Administração Militar Regional de Dnipropetrovsk, Oleksandr Hanha, declarou 11 de setembro como dia de luto na cidade em memória das vítimas.

O que dizem as fontes ucranianas

A cobertura ucraniana concentra-se em Pavlohrad como o local do ataque e enfatiza a resposta local, incluindo o dia de luto anunciado pelo chefe da Administração Militar Regional de Dnipropetrovsk, Oleksandr Hanha. Os veículos de imprensa destacam o impacto humano identificando vítimas específicas, como os dois funcionários da DTEK mortos e quatro feridos, além da médica combatente Olena Ryzh. A reportagem sublinha o caráter civil da destruição — cerca de 90% dos objetos atingidos eram comerciais — e a presença de crianças entre os feridos. A cobertura atribui consistentemente o ataque às forças russas e identifica os drones de ataque como arma utilizada.

Contexto

Pavlohrad é uma cidade da região de Dnipropetrovsk, na Ucrânia. O ataque foi realizado por drones de ataque russos que atingiram a cidade no período da noite. Olena Ryzh, médica combatente da 412ª Brigada de Sistemas Não Tripulados 'Nemesis', havia se alistado voluntariamente nas Forças Armadas em dezembro de 2022.