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Ataque russo a infraestruturas em Oleksandriia, na Ucrânia, deixa ao menos dois mortos e três feridos

Forças russas atacaram infraestruturas críticas na cidade de Oleksandriia, na região de Kirovohrad, na manhã de 7 de outubro, com uma combinação de mísseis e drones kamikaze. O ataque matou ao menos duas pessoas, feriu três e danificou casas residenciais e um edifício de uma empresa florestal. O prefeito de Oleksandriia e o chefe da administração da região divulgaram atualizações sobre as vítimas à medida que as operações de resgate evoluíam.

Pontos principais

  • Rússia atacou infraestruturas críticas em Oleksandriia, Kirovohrad, na manhã de 7 de outubro.
  • O ataque foi uma salva massiva com mísseis e drones kamikaze.
  • O número de mortos chegou a dois — um homem de 38 anos e uma mulher de 55 anos — e três pessoas ficaram feridas.
  • Uma pessoa permanecia fora de contato após o ataque.
  • Uma casa residencial pegou fogo; seis casas particulares foram danificadas na vila de Surhany.
  • A onda de choque danificou um edifício florestal, uma garagem e uma estufa.
  • Três equipes de resgate foram mobilizadas para lidar com as consequências do ataque.
  • O ataque ocorreu no mesmo dia de uma ofensiva russa mais ampla que também atingiu Kremenchuk e Pryluky.

Por que importa

O ataque faz parte de uma ofensiva russa mais ampla na manhã de 7 de outubro, que no mesmo dia também atingiu Kremenchuk e Pryluky. Oleksandriia é uma cidade do centro da Ucrânia, longe da linha de frente, mas alvo habitual de ataques russos de longo alcance contra infraestruturas críticas. A evolução das cifras de vítimas ao longo da manhã ilustra como a contagem inicial quase nunca é definitiva e como os números costumam subir à medida que equipes de resgate e buscas continuam o trabalho.

O que aconteceu

Na manhã de 7 de outubro de 2026, as forças russas lançaram uma salva massiva de mísseis e drones kamikaze contra Oleksandriia, na região de Kirovohrad, atingindo infraestruturas críticas, incluindo uma das empresas da cidade. O prefeito Serhii Kuzmenko foi o primeiro a divulgar o ataque em sua página no Facebook, informando apenas sobre feridos e o envio de equipes médicas de emergência. O chefe da administração da região de Kirovohrad, Andrii Raikovych, confirmou pelo Telegram o impacto em uma empresa da região. Ao longo da manhã, as cifras evoluíram: primeiro uma mulher foi confirmada como morta e três residentes ficaram feridos; em seguida, o número de mortos subiu para dois — um homem de 38 anos e uma mulher de 55 anos — com três feridos e uma pessoa fora de contato, cuja busca continuava. Uma casa residencial particular em Oleksandriia pegou fogo e seis casas na vila de Surhany, na comunidade de Pryiutivska, foram atingidas. A onda de choque danificou ainda o prédio de uma empresa florestal local, uma garagem e uma estufa. Uma correspondente da Suspilne contou cerca de dez explosões durante o alerta aéreo. Três equipes de resgate foram mobilizadas para lidar com as consequências.

Onde as versões divergem

O número de mortos atribuído ao ataque variou entre as fontes: informes iniciais mencionavam apenas feridos e nenhuma vítima fatal; atualizações posteriores registraram uma morte, depois duas, e uma fonte chegou a reportar três mortos depois que equipes de resgate recuperaram o corpo de um homem de 55 anos que estava entre os desaparecidos. As fontes também divergem sobre quantas pessoas estavam fora de contato após o ataque — algumas citaram duas, outras uma — e divergem na atribuição dos números oficiais: uma fonte cita o primeiro-ministro Serhii Koretskyi como fonte dos dados de duas mortes e três feridos, enquanto outras atribuem os mesmos números a Raikovych ou à polícia.

Contexto

Oleksandriia é uma cidade da região de Kirovohrad, no centro da Ucrânia, situada entre regiões da linha de frente e alvo frequente de ataques russos de longo alcance. As forças russas costumam combinar mísseis e drones kamikaze em salvas massivas contra cidades ucranianas, frequentemente mirando infraestruturas críticas e empresas. Em ataques como o de 7 de outubro, relatórios iniciais costumam citar apenas feridos; os números de mortos e desaparecidos normalmente aumentam ao longo do dia, conforme avançam as operações de resgate e busca.