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Rússia mantém Kiev sob drones quase continuamente, diz Conselho de Segurança da Ucrânia

O secretário do Conselho de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia, Ihor Klymenko, afirmou em 29 de setembro que Kiev registrou 235 alertas aéreos entre 27 de agosto e a data do pronunciamento — totalizando 261 horas, mais de 10 dias contínuos sob ameaça. Segundo ele, a capital está sob ataques quase contínuos de drones a jato russos há cerca de um mês, e novos interceptores ucranianos estão em testes ativos, com parte das unidades de combate já os utilizando em operação.

Pontos principais

  • Kiev registrou 235 alertas aéreos entre 27 de agosto e 29 de setembro.
  • O tempo total dos alertas soma 261 horas — mais de 10 dias contínuos sob ameaça.
  • A capital está sob ataques quase contínuos de drones a jato russos há cerca de um mês, segundo Klymenko.
  • Novos interceptores ucranianos passam por testes ativos e já são usados por parte dos grupos de combate.
  • A Ucrânia negocia com parceiros internacionais novos pacotes de defesa antiaérea.
  • Uma missão da ONU registrou vítimas civis em Kiev em 16 dos primeiros 24 dias de setembro — frequência inédita desde o início da invasão em larga escala.

Por que importa

O balanço oficial descreve um ritmo de ataques aéreos contra a capital sem precedentes desde o início da invasão russa em larga escala, com mais de 10 dias contínuos sob alerta em pouco mais de um mês. Klymenko apresenta isso como um desafio novo para a defesa antiaérea, que demanda soluções tecnológicas rápidas e produção em massa de interceptores, e destaca a coordenação com fabricantes ucranianos e parceiros internacionais para responder à ameaça.

O que aconteceu

Em 29 de setembro, o secretário do Conselho de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia, Ihor Klymenko, divulgou que Kiev registrou 235 alertas aéreos entre 27 de agosto e a data do pronunciamento, com duração acumulada de 261 horas — mais de 10 dias contínuos sob ameaça. Segundo ele, a capital está sob ataques quase contínuos de drones a jato russos há cerca de um mês. Klymenko classificou a situação como um desafio novo para a defesa antiaérea e disse que novos interceptores ucranianos passam por testes ativos, com parte dos grupos de combate já os utilizando em operação. Ele afirmou que a Ucrânia trabalha com fabricantes para aumentar a eficácia dos interceptores e viabilizar a produção em massa, ao mesmo tempo em que negocia com parceiros internacionais novos pacotes de defesa antiaérea e soluções adicionais contra ameaças aéreas. O tema foi discutido na última reunião da Stavka do Comandante Supremo. O Conselho de Segurança Nacional e Defesa (RNBO) coordena o trabalho de instituições estatais, Forças Armadas e fabricantes nessa frente.

O que dizem as fontes ucranianas

A cobertura ucraniana centra Ihor Klymenko como voz principal e articula os números dos alertas a respostas políticas concretas: reunião da Stavka, testes de interceptores, coordenação da produção em massa e negociação de pacotes de defesa antiaérea com parceiros internacionais. As fontes também mencionam o trabalho de sanções como forma de restringir a capacidade russa de produzir meios de ataque. O relatório da missão da ONU sobre vítimas civis em 16 dos primeiros 24 dias de setembro é invocado como validação externa do novo ritmo das hostilidades.

Contexto

Os dados apresentados por Klymenko cobrem o período iniciado em 27 de agosto e foram divulgados em 29 de setembro. Um relatório recente de uma missão da ONU registrou vítimas civis em Kiev em 16 dos primeiros 24 dias de setembro, frequência não observada em nenhum outro mês desde o início da invasão russa em larga escala.