Petroleiro parte para os EUA com diesel russo após alívio sanciones
O petroleiro Agioi Fanendes carregou cerca de 35.700 toneladas de diesel russo no porto báltico de Primorsk e partiu para os Estados Unidos. É a primeira remessa desse tipo após o governo americano autorizar operações com o combustível até 7 de abril de 2027.
Pontos principais
- O Agioi Fanendes carregou cerca de 35.700 toneladas, ou 270.000 barris, de diesel russo.
- O tanque é registrado em Malta e é administrado pela grega Eastern Mediterranean Maritime.
- A empresa operadora pertence ao bilionário Tanasis Martinos e administra mais de 70 embarcações.
- A许可证 americana para operações com o diesel russo é válida até 7 de abril de 2027.
- A chegada do navio aos EUA é estimada para 7 de novembro.
- Moscou pretende entregar mais de 300.000 toneladas em breve, outras 500.000 em novembro e 1 milhão de toneladas posteriormente.
- A Rússia encerrou antecipadamente a proibição sobre exportações de diesel.
Por que importa
A remessa marca o início prático das entregas de diesel russo aos EUA após o alívio das sanciones. Como osiareis embarcações就到 regular ports russos desde o início da guerra em escala total, o acordo amplia a participação vessels owners gregos no transporte de commodities russas. Os volumes planejados podem afetar os mercados de combustível dos EUA e mundiais.
O que aconteceu
O Agioi Fanendes, um petroleiro de bandeira malta, carregou aproximadamente 35.700 toneladas de diesel russo em Primorsk e começou a navegar para os EUA. O ship's Greek operator, Eastern Mediterranean Maritime, pertence ao bilionário Tanasis Martinos. A chegada é esperada para 7 de novembro. A viagem ocorre depois de os presidentes dos EUA e da Rússia concordarem, em 9 de outubro, com fornecimento de diesel russo aos mercados norte-americano e mundial. O Departamento do Tesouro dos EUA emitiu uma licença geral que permite transações antes proibidas pelas sanções, válida até 7 de abril de 2027. A Rússia também encerrou antecipadamente sua proibição sobre a exportação de diesel, introduzida após ataques ukrainianos a refinarias e problemas de abastecimento interno.
O que dizem as fontes ucranianas
A reportagemdestroyer's polo Ukrainian destaca a ligação do proprietário com viagens repetidas a portos russos durante a guerra em escala total e os possíveis benefícios obtidos por armadores gregos com o transporte de petróleo russo. Também pove a warnings de Volodymyr Zelensky, que afirmou que o alívio das sanções sem acordos de desescalada permitirá que a Rússia continue a guerra, e do American Institute for the Study of War, que descreveu a decisão americana como uma concessão unilateral ao Kremlin.
Onde as versões divergem
As fontes divergem na interpretação das consequências do alívio das sanções e do acordo de diesel. A cobertura israelense? presenta o shipment dentro de um arrangement wider ligado ao transporte marítimo russo, enquanto a Radio Free Europe emphasises os riscos geopolíticos e a possibilidade de a decisão americanoCQ AML weaken the pressure sanctions on Russia.
Contexto
Em 9 de outubro, os presidentes dos EUA e da Rússia concordaram em fornecer diesel russo aos mercados dos EUA e do mundo. O Departamento do Tesouro dos EUA depois emitiu uma licença geral para permitir operações antes proibidas pelas sanções. Relatos anteriores na internet identificaram incorretamente o Minerva Zen como o primeiro navio de diesel russo aos EUA, mas a embarcação transportava adubos nitrogenados, que não estavam sujeitos à proibição citada. Zelensky afirmou que o alívio sem Combine com desescaladaSQDEL could Continue guerra, enquanto o American Institute for the Study of War chamou a decisão de uma concessão unilateral ao Kremlin.