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Ucranianos relatam forte queda na refinação russa após ataques a usinas

Segundo a inteligênciaWI ucraína, 15 dos 38 principais petroquímicos russos estavam fora de operação no fim de setembro de 2026, enquanto outros 12 reduziram a produção. A capacidade total de refinação nas 38 plantas caiu 55,4% desde o início do ano, dificultando o atendimento simultâneo ao mercado interno e às exportações russas.

Pontos principais

  • 15 dos 38 principais petroquímicos russos foram withdrawn de operação até o fim de setembro de 2026
  • Outros 12 petroquímicos reduziram a produção de derivados de petróleo
  • A refinação nas 38 principais plantas caiu 55,4% desde o início de 2026
  • Cinco受影响的企业 respondiam por cerca de 33% da refinação total da Rússia
  • Seis petroquímicos em regiões distantes processaram 906 mil barris por dia em setembro
  • Essas seis plantas responderam por cerca de 24% da refinação russa em setembro
  • Os ataques causaram danos de mais de US$ 23,2 bilhões, segundo a inteligência ucraína

Por que importa

A redução da capacidade de refinação enfraquece a capacidade da Rússia de atender simultaneamente seu mercado interno e seus compromissos de exportação de derivados de petróleo. As usinas que continuam operando estão distantes dos principais centros de consumo, e a falta de vagões ferroviários e caminhões tanque dificulta a entrega da produção. Segundo a inteligência ucraína, os danos de mais de US$ 23,2 bilhões são quase comparáveis ao rendimento de US$ 26,6 bilhões obtido pela indústria petrolífera russa em 2025.

O que aconteceu

Até o fim de setembro de 2026, 15 dos 38 principais petroquímicos russos estavam fora de operação e outros 12 tinham reduzido a produção, de acordo com a inteligência ucraína. Como resultado, o volume total de refinação nas 38 plantas caiu 55,4% em comparação com o início de 2026. Foram afetadas as unidades de Slavneft-YANOS, Kirishineftegazsintez, Riazan Oil Refining Company, Gazpromneft-Moscow Oil Refinery e Lukoil-Permnefteorgsintez, que juntas representavam cerca de 33% da refinação do país. Seis plantas distantes continuaram operando, mas seu/geographic isolamento impôs limitações à compensação da demanda perdida.

O que dizem as fontes ucranianas

Fontes ucraínas atribuem a redução das capacidades e as perdas económicas a ataques das Forças de Defesa da Ucrânia contra infraestrutura da indústria petrolífera russa. Elas destacam a dimensão das paradas, a queda da refinação, a escassez de transporte e as limitações que a Rússia enfrenta para cumprir simultaneamente as necessidades internas e as obrigações de exportação. O decreto russo que restringe os dados sobre refinação é apresentado como um obstáculo à monitorização independente e à propagação de informações imprecisas.

Contexto

Seis petroquímicos distantes que continuaram operando processaram 906 mil barris por dia em setembro de 2026, cerca de 24% de toda a refinação russa. O volume era 147 mil barris por dia superior ao registrado no início do ano, o que permitiu compensar temporariamente parte da escassez de combustíveis. A Rússia também passou a importar combustível de outros países por meio de esquemas informais para contornar sanções internacionais. O reparo e a manutenção dos instalações danificadas são dificultados pelas sanções e pelo alto custo do equipamento necessário.