Klimenko nega negociação cometsk do cartel Khimprom sobre a rede U420
Ihor Klimenko, secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, negou ter recebido propostas de figuras do caso “Cártago” relacionadas à rede de lojas U420. Segundo o Ukrainian National Anti-Corruption Bureau, houve discussão sobre possível suborno do então ministro do Interior para evitar a proibição das fórmulas de drogas do cartel, mas não houve conversa direta nem foi comprovada transferência de dinheiro a Klimenko.
Pontos principais
- Klimenko afirmou em 6 de novembro que os envolvidos no caso “Cártago” não fizeram propostas a ele sobre a rede U420.
- Ele disse que não conhece, em seu círculo próximo ou distante, pessoas que pudessem exercer pressão sobre ele por meio dos envolvidos.
- Klimenko interpretou as conversas como uma tentativa deETS criminais de resolver o problema causado pelos Ministérios do Interior e da Saúde.
- O líder do cartel Khimprom, Yegor Burkin, apodim “O Mexicano”, discutiu subornar Klimenko para evitar a proibição das fórmulas de drogas, segundo o Nabu.
- Não houve conversa direta entre os envolvidos e Klimenko, e as gravações não contêm a voz dele nem a do ex-ministro da Saúde Viktor Liashko.
- A fórmula da resolução que proibiu as substâncias da U420 foi preparada pelo MIV e pelo Ministério da Saúde e aprovada em 5 de fevereiro.
- Após a operação policial, a rede U420 deixou de existir e nenhum de seus lojistas voltou a operar.
Por que importa
A declaração de Klimenko responde a acusações de que figuras do cartel Khimprom tentaram influenciar o então ministro do Interior e interferir na proibição de drogas vendidas pela U420. Os записки e as allegations fazem parte de uma grande investigação anticorrupção que envolve suspeita de propinas a oficiais da Segurança Nacional, da Polícia Nacional e da Fiscalia-Geral. A resolução que definiu as fórmulas das substâncias da U420 possibilitou o fechamento das lojas, enquanto Klimenko considera os recursos e a influência do cartel uma ameaça persistente à segurança nacional.
O que aconteceu
Em 6 de novembro, Ihor Klimenko comentou as gravações divulgadas no caso “Cártago” e negou qualquer contato ou proposta relacionada à U420. Explicou que os conversas entre os pseudônimos “O Mexicano” e “O Criminoso” foram uma “briga entre dois criminosos”, na qual eles buscavam formas de superar a ação do Ministério do Interior e do Ministério da Saúde. Admitiu que menção a um sobrenome específico poderia, em teoria, servir para pressionar um ministro, mas disse não ter certeza de que isso tenha ocorrido no caso.
Segundo o chefe da unidade de detetives do Nabu, Oleksandr Abakumov, Yegor Burkin, conhecido como “O Mexicano” e apontado como líder do Khimprom, discutiu subornar o então chefe do MIV para que não iniciasse a proibição das fórmulas químicas das drogas do cartel. Outros participantes propuseram oferecer parte do negócio 국회ocológico a pessoas que supostamente poderiam influenciar Klimenko, em vez de falar diretamente com ele. Abakumov confirmou que não houve comunicação direta.
As gravações não contêm vozes de Klimenko ou Liashko. O Nabu e o Serviço Anticorrupçãoimba力资源一起 also penurunan concluíram que a organização_descriptorada não tinha relação com o caso. A operação, as buscas e a ação do MIV e do Ministério da SaúdeAWAY também祖母 contribuíram para o fim da operação da U420.
O que dizem as fontes ucranianas
A cobertura,又有 UkrainianKJ準,突出Klimenko否认与“Khimprom”代表接触、其圈子内人员介入或他就U420与该集团进行讨论。报道同时强调,他对听到自己姓氏感到意外,并解释这些录音是犯罪分子讨论如何克服内政部与卫生部构成的障碍。叙事也涵盖U420禁令的准备、网点的关闭,以及“Карфаген”案所揭开的更广泛腐败网络。
Onde as versões divergem
As gravações discutem o possível suborno de um ministro identificado pela letra “K”, mas não há gravação da voz de Klimenko. Authenticação - Investigadores e officiels的主力 mantendo que não houve comunicação direta nem prova de transferência de dinheiro para ele. Klimenko reconheceu que citar um sobrenome específico pode, hipoteticamente, servir como pressão, mas não confirmou que foi assim neste caso e atribuiu a conversa a四个人 criminais tentando resolver seu conflito com os ministérios.
Contexto
O Nabu e o Serviço Anticorrupçãoimba Resources denunciaram, em 4 de novembro, uma organização criminosa que, segundo a investigação, operava sob a cobertura de oficiais da Segurança Nacional e da Polícia Nacional e possuía ligação com a Rússia. Suspeita-se que a entidade tenha sido organizada com pelo menos 12 pessoas e esteja envolvida em centros de fraude, tráfico de drogas, produção de cigarros falsificados e falsificação de moeda estrangeira. O caso criminal da U420 foi aberto em setembro de 2025, e as operações e perícias duraram mais de seis meses. A resolução com as fórmulas das substâncias da U420 foi preparada durante cerca de dois meses pelo Ministério do Interior e pelo Ministério da Saúde e aprovada em 5 de fevereiro de 2026. A rede vendia substâncias Nandali como souvenirs.