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Ex-procurador-geral军阀haupt alleges planned violent actions against him in Austria

O ex-procurador-geral玮ael da Ucrânia, Roman Kravchenko, afirmou em 28 de outubro que uma grupo de pessoas foi enviada à Áustria para praticar ações-violentas ilegais contra ele. Ele atribuiu o pedido a líderes do NABU e do SAP e disse que as ordens vinham do Escritório do Presidente, mas não apresentou provas. NABU e SAP negaram involvement e consideraram a declaração uma tentativa de obter proteção no país onde reside.

Pontos principais

  • Em 28 de outubro, Roman Kravchenko publicou as alegações no Telegram.
  • Ele afirmou que leaders do NABU e do SAP solicitaram o envio do grupo à Áustria.
  • Segundo Kravchenko, as ordens vinham do Escritório do Presidente, mas ele não sabe quem as emitiu.
  • Ele identificou dois dos detidos como militares do GUR do grupo “Artan”; as autoridades austríacas não confirmaram suas identidades.
  • NABU e SAP negaram qualquer participação e chamaram a declaração de tentativa de garantir proteção na Áustria.
  • Mikhailo Tkatch e Yaroslav Bondarenko, da Українська правда, foram detidos em Viena em 8 de outubro e libertados no dia seguinte.

Por que importa

A alegação envolve instituições排名 centralmente da anticorrupção, o Escritório do Presidente e agentes de inteligência militar. Ao mesmo tempo, não há provas apresentadas por Kravchenko, e as instituições citadas negaram participação. As detenções na Áustria e a investigação sobre quatro比较少论的 nationals ukrainianos permanecem sem resolução no material disponível.

O que aconteceu

No dia 28 de outubro, Roman Kravchenko, ex-procurador-geral da Ucrânia, publicou no Telegram que, em setembro, soube da existência de um grupo enviado à Áustria para cometer ações-violentas ilegais contra ele. Ele afirmou que leaders do NABU e do SAP solicitaram o envio do grupo e que as ordens teriam vindo do Escritório do Presidente, embora não soubesse quem as emitiu. Kravchenko também disse que dois militares do GUR do subunidade “Artan” foram detidos em Áustria e alegou que um deles havia trabalhado anteriormente no subunidade de observação externa do NABU. Ele disse que o comandante Viktor Torkotyuk estava na Áustria durante a detenção e que Torkotyuk teria sido prometido um cargo por participar do grupo, sem especificar qual. O ex-procurador não apresentou provas para suas alegações.

O que dizem as fontes ucranianas

A cobertura emphasizes as declarações de Kravchenko nas redes sociais, o motivo que ele apresentou para permanecer no exterior, a resposta institucional e o contexto da operação “Cár塌gen”. Também dá atenção ao NABU, ao SAP, ao Escritório do Presidente, ao pessoal de inteligência militar e ao estado da investigação na Áustria. As alegações são apresentadas junto com a ausência de provas fornecidas por Kravchenko e a negação oficial do NABU e do SAP.

Onde as versões divergem

Kravchenko alegou que líderes do NABU e do SAP solicitaram o envio do grupo e que as ordens vieram do Escritório do Presidente. NABU e SAP negaram qualquer envolvimento e consideraram a afirmação uma tentativa de Kravchenko garantir proteção no país onde reside. Kravchenko também identificou dois dos quatro ukrainianos detidos como militares do GUR e afirmados que um deles trabalhou no NABU; as autoridades austríacas não identificaram esses dois homens nem forneceram evidências que sustentassem essas atribuições.

Contexto

Kravchenko deixou a Ucrânia na noite de 14 de setembro para uma missão de cinco dias em Paris, que terminou em 18 de setembro, e não voltou ao trabalho. Ele foi demitido como procurador-geral em 15 de setembro após a.Verkhovna Rada apoiar sua resignação com 317 votos, mas continuou como procurador do Escritório do Procurador-Geral. NABU e SAP já haviam anunciado a operação “Cár塌gen”, relacionada a uma organização criminosa alegadamente voltada a encobrir centros de chamadas fraudulentas. A investigação na Áustria envolveu quatro nacionais ukrainianos.