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SBU diz impedir série de ataques planejados por ex-chefe adjunto da DSNS e líder partidário na Ucrânia

O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) afirmou ter impedido uma série de ataques terroristas, incêndios criminosos e um ataque encomendado, organizados por um ex-chefe adjunto do Serviço Estatal de Emergências (DSNS) e por um líder de uma organização regional de partido político em Chernihiv. Entre os alvos estavam um complexo residencial, um prédio do TCC no Prykarpattia, casas de juízes do Tribunal de Apelações de Chernihiv e um ativista-blogueiro da região, que seria atacado com tiros e ácido sulfúrico. O SBU diz ter infiltrado agentes no grupo e simulado as explosões, documentando as ações na fase de preparação.

Pontos principais

  • SBU informou que impediu série de ataques terroristas, incêndios criminosos e um ataque encomendado na Ucrânia.
  • Principais suspeitos: um ex-chefe adjunto do Serviço Estatal de Emergências (DSNS) e um líder de organização regional de partido político.
  • Plano incluía explodir um guindaste de construção próximo a um complexo residencial em Chernihiv para que caísse sobre um prédio de apartamentos e veículos civis.
  • Simulação de explosão impediu o atentado a bomba contra um prédio do Centro Territorial de Recrutamento (TCC) na região de Prykarpattia.
  • Ex-chefe adjunto da DSNS encomendara o ataque às casas do presidente e de dois juízes do Tribunal de Apelações de Chernihiv, além de um atentado contra um ativista-blogueiro da região, que seria baleado nos membros e atingido com ácido sulfúrico.
  • Suspeitos foram notificados da acusação sob vários artigos do Código Penal da Ucrânia, incluindo tentativa de ato terrorista, tentativa de lesão corporal grave intencional e preparação para destruição de patrimônio de juiz por incêndio ou explosão.
  • Líder da célula regional do partido em Chernihiv e um cúmplice, ambos no exterior, foram notificados da acusação à revelia e serão incluídos em lista internacional de procurados.

Por que importa

A trama abortada incluía ataques concebidos para causar vítimas civis em massa — um guindaste de construção deliberadamente tombado sobre um prédio residencial e um artefato caseiro lançado contra um prédio administrativo — e mirava um painel de juízes em atividade e um ativista da sociedade civil. Entre os suspeitos estão um ex-alto funcionário da DSNS e o chefe de uma célula regional do partido Batkivshchyna, que estariam no exterior e serão colocados em lista internacional de procurados, dando ao caso uma dimensão transfronteiriça. A operação foi conduzida como ação controlada — o SBU diz ter infiltrado operativos no grupo e simulado as explosões — de modo que nenhum ataque chegou a ocorrer, e o caso jurídico se sustenta em provas da fase de preparação.

O que aconteceu

O SBU anunciou em 15 de setembro de 2026 que impediu uma série de ataques planejados em diferentes regiões da Ucrânia. Segundo a agência, um ex-chefe adjunto do Serviço Estatal de Emergências (DSNS) e o chefe de uma célula regional de um partido político organizaram e financiaram o esquema. Os planos incluíam: explodir um guindaste de construção próximo a um complexo residencial em Chernihiv para que caísse sobre um prédio de apartamentos e veículos civis; detonar um artefato caseiro feito com plástico explosivo e detonadores elétricos contra um prédio do Centro Territorial de Recrutamento (TCC) na região de Prykarpattia; atacar com bomba ou incêndio as casas do presidente e de dois juízes do Tribunal de Apelações de Chernihiv; e encomendar um ataque contra um ativista-blogueiro de Chernihiv, que seria baleado nos membros e atingido com ácido sulfúrico. O SBU afirma ter infiltrado seus próprios agentes no grupo, simulado as explosões e documentado as ações ainda na fase de preparação. Os suspeitos foram notificados da acusação sob vários artigos do Código Penal da Ucrânia, incluindo tentativa de ato terrorista, tentativa de lesão corporal grave intencional e preparação para destruição de patrimônio de juiz por incêndio ou explosão. O líder da célula partidária regional e um cúmplice, que estão no exterior, foram notificados da acusação à revelia e serão incluídos em lista internacional de procurados.

Contexto

Em 2024, o Tribunal de Apelações de Chernihiv condenou o ex-chefe adjunto da DSNS a sete anos de prisão por roubo de veículo — motivação que, segundo o SBU, levou o ex-funcionário a encomendar o ataque às casas dos juízes que o julgaram e à agressão contra o ativista-blogueiro da região de Chernihiv. Fontes das forças de segurança citadas pela Ukrainska Pravda e pela LIGA.net identificam o ex-funcionário da DSNS como Oleh Averyanov, que ocupou o cargo de chefe adjunto da DSNS em 2015–2016, e o chefe da organização regional do partido Batkivshchyna em Chernihiv como Dmytro Nikitin.