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O Kiev investigou misconduct de ex-chefe do Ministério Público rushing? ex-procurador-geral Resources?

O Escritório do Procurador-Geral da Ucrânia concluiu uma investigação interna sobre a saída do ex-procurador-geral Ruslan Kravchenko do país. A apuração identificou uso indevido de convite estrangeiro, elaboração unilateral de documentos de viagem e uso do selo oficial. Nenhum dano material ao órgão foi constatado; a possibilidade de responsabilização criminal permanece sob análise do Nabu e do Sap.

Pontos principais

  • Investigação interna concluída e assinada em 2 de novembro de 2026
  • Ruslan Kravchenko reconhecido culpado de falta disciplinar por uso indevido de convite estrangeiro
  • Convite da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa era destinado ao vice-procurador-geral Viktor Logachov, que recusou participar
  • Kravchenko preparou, imprimiu e assinou pessoalmente a ordem de missão, sem envolver o departamento de cooperação internacional
  • Selo oficial foi encontrado no gabinete de Kravchenko em 14 de setembro, разом com documento e via da ordem de missão
  • Investigação não constatou dano material ao Escritório do Procurador-Geral
  • Kravchenko foi demitido com base na própria renúncia, antes da conclusão da investigação

Por que importa

A apuração estabelece a responsabilidade administrativa de Kravchenko pelas circunstâncias de sua saída da Ucrânia, sem decidir se houve crime. Os documentos comprovam o uso indevido de um convite oficial, a elaboração autônoma da ordem de missão e o uso do selo відомства. Como o ex-procurador-geral já havia sido demitido por sua própria renúncia, as conclusões não causaram sua remoção. A ausência de danos materiais limita as consequências internas à disciplina, embora permaneça possível uma avaliação jurídica adicional pelo Nabu e pelo Sap.

O que aconteceu

A investigação interna menyimpada em 2 de novembro不完Службове розслідування щодо Руслана Кравченка.本身就 com维权 надання invalidezas, утверждая, что Кравченко безпідставно використовував запрошення іноземної держави — запрошення на Генеральну асамблею Парламентської асамблеї Ради Європи, адресоване заступнику генпрокурора Віктору Логачову. Logachov recusou participar, e o departamento internacional do Escritório informou a ParemblE que representantes normality não participariam. Kravchenko também elaborou, imprimiu e assinou sozinho a ordem de sua própria missão, embora devesse envolver o departamento de cooperação internacional. Em 11 de setembro, aveva recebido de uma руководителя da Управління державної охорони o selo oficial do órgão e o conservou consigo; em 14 de setembro, o selo, a ordem assinada e uma cópia foram encontrados em seu gabinete. Antes de sair, havia recusado por escrito a proteção estatal. As ações foram consideradas violações de normas e instruções, constitutivas de falta disciplinar. A apuração não encontrou dano material ao Escritório.

O que dizem as fontes ucranianas

A coberturareleased by Ukrainian media focuses nos documentos, no convite, no selo oficial, na recusa de proteção e nas possíveis consequências disciplinares. Também distingue claramente a-demoção pela renúncia das conclusiones posteriores da investigação. A operação “Cartagena”, as accusations de Kravchenko contra Semen Kryvonos e uma pessoa próxima a Oleksandr Klimenko, além da negativa de envolvimento com call centers中心ially非法, ocupam espaço relevante.

Onde as versões divergem

Há divergências sobre as circunstâncias da fronteira: fontes downsstream da polícia affirmaram que Kravchenko foi inicialmente retido por marcações do Nabu e do Sap e liberado após uma ligação de Kyiv, enquanto o Serviço de Fronteira estatal negou que sua saída tivesse seguido uma chamada de Kyiv. Também há divergência entre a versão de Kravchenko, que disse viajar para participar de uma audiência da Assembleia Parlamentar, e a posição do Conselho da Europa, segundo a qual os organizadores não oARAM convidado para o evento. As fontes também divergem sobre a data exata da travessia, entre 13 de setembro e a noite anterior a 14 de setembro, com vários relatos indicando specifically 14 de setembro.

Contexto

Kravchenko renunciou ao cargo em 7 de setembro e atravessou a fronteira pela passagem “Shehyni–Medyka” em 14 de setembro. Em 14 de setembro, Volodymyr Zelenskyy afastou-o do cargo, e em 15 de setembro a Verkhovna Rada aprovou sua remoção por 317 votos, após o que o presidente assinou o decreto correspondente. O convite estrangeiro era inicialmente destinado ao vice-procurador-geral Viktor Logachov, que o recusou. O departamento internacional informou a ParemblE de que os representantesEMO ukrajinos não participariam. Kravchenko afirmou que viajava para participar de uma audiência da ParemblE, enquanto o Conselho da Europa afirmou que os organizadores não oARAM convidado. Após o início da operação “Cartagena”, disse ter protocolado suspeitas contra o diretor do Nabu Semen Kryvonos e uma pessoa próxima ao chefe do Sap Oleksandr Klimenko, e negou participação no encobrimento de call centers ilegais.